Resenha Games of Joy ... Games of War

RHESTUS: “soa como um thrash brasileiro-alemão-americano!” – VladRocker (Polônia)

Notícia publicada terça-feira, 20 de março de 2012

 

“O jeito de tocar intenso, no estilo do Sepultura “Schizophrenia” e Dark Angel “Darkness Descends”, apoiado pelos vocais, o que seria motivo de orgulho para o jovem Mille Petrozza. Rhestus toca impiedosamente e sem tempo para descansar.”

Para ler a resenha completa (em polonês), visite:
http://vladrocker.blogspot.com.br/2012/03/rhestus-games-of-joy-games-of-war.html

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Sites Relacionados:
www.rhestus.com.br
www.myspace.com/rhestus
www.metalmedia.com.br/rhestus

ROCK BRIGADE

ROCK BRIGADE

Games of Joy... Games of War!

Independente - nac.

7,5

"A banda Rhestus lança seu segundo álbum mostrando maturidade e seriedade. Se no seu debut álbum, Embryo of the Endless Sands, de 2003, a banda já demonstrou boa força de vontade em riffs cativantes, porém deixando um pouco a desejar quanto a produção em geral e a disposição das músicas de forma pouco empolgante para o ouvinte, finalmente tudo isso foi consertado com louvor. Em Games of Joy... Games of War, logo no início já notamos uma tremenda evolução, principalmente na criação das músicas e na produção em geral. O rhestus está caminhando para se tornar grande, basta continuar sempre evoluindo. Destaque para as faixas: Hate is What i Feel, Scars e Fuck Off (minha preferida!!). JS."

Resenha - HEAVY METAL BRASIL

HEAVY METAL BRASIL

http://www.heavymetalbrasil.net/resenhas/rhestus.htm

RHESTUS - Games of Joy...Games of War!

Direto e pesado, assim podemos definir o som desta banda catarinense que tem suas principais influencias calcadas nos clássicos do thrash metal dos anos oitenta como o Kreator, Anthrax, Nuclear Assault e principalmente o Megadeth. Executando um som muito preciso e repleto de riffs capazes de deixar quanquer headbanger de cabelos em pé, a banda formada por Alex Leber (vocal e guitarra), Valdecir Hilbert (baixo), Charles da Silva (guitarra) e Jaílson Oliveira (bateria) mostra em seu segundo álbum que tem tudo pra se consolidar na cena metalica nacional.

Nas 10 faixas constantes neste álbum vemos uma banda que consegue engatar uma após outra, faixas com muito carisma e muito peso, tudo isso sem deixar de lado o brilhantismo nas composições que são de cair o queixo. As linhas de guitarra são muito pesadas e as bases de bateria e baixo são absurdamente bem produzidas, coisa muito difícil de se encontrar por aí.

Apesar de todas as faixas serem muito boas podemos destacar “”How To Explain” e “Scars”, simplesmente fenomenais. Vale a pena também destacar a arte gráfica da capa e do encarte, um trabalho de primeira desta banda que certamente ainda vai chegar muito longe.

Resenha - MS METAL PRESS

MS METAL PRESS

Review: Rhestus, representante de peso do Thrash Metal brasileiro

http://www.msmetalpress.com/2010/index.php?option=com_content&view=article&id=373:review-rhestus-representante-de-peso-do-thrash-metal-brasileiro&catid=43:destaques&Itemid=60

Rhestus: Games Of Joy... Games Of War!

Por: Eduardo Macedo – 29/06/2010
Nota: 8.5/10.0

Como é gratificante ver na ativa um dos veteranos do Thrash Metal brasileiro! A Rhestus nasceu no ano de 1993, na cidade catarinense de Timbó, numa época que o supracitado estilo não detinha tanta evidência por parte de todo o cenário. Contabilizando em sua discografia duas Demos, o álbum “Embryo Of The Endless Sands” (93) e o EP “Rest Of Old, New And Rare Of 15 Years”, o quarteto acabou de lançar o seu mais novo full lenght – “Games Of Joy... Games Of War!” – mantendo a escrita de fidelidade extrema a antiga escola do Thrash.

O novo material tem como principais referências o Exodus e Kreator, mais pro lado do segundo do que do primeiro, e enaltece o período áureo quando “Bonded By Blood” e “Extreme Aggression” despontavam no mercado mundial. Durante as dez composições que fazem parte de “Games Of Joy... Games Of War!”, o que se observa é uma banda madura e que sabe conduzir grandes idéias e transpor-las através de estruturas musicais eficientes. Grandes exemplos que fundamentam minha afirmativa atendem pelos títulos de “Hate! Is What I Feel”, “How To Explain”, “Scars” e a poderosa faixa título.

Outro ponto digno de nota, e que não poderia ser deixado de lado, é o trabalho do vocalista Alex “Fantasma”, que também agrega a função de guitarrista no conjunto. Seu timbre aliado a sua forma de cantar assemelham-se bastante aos de Miland "Mille" Petrozza, do já citado Kreator. O que muitos veriam como aspecto depreciativo, eu aponto como uma atuação irrepreensível. Alex não soa como um clone de Mille, muito pelo contrário. Ele, na verdade, tem o alemão como alicerce, para então ramificar suas idéias, imprimindo muita personalidade em canções como “Trivial Pieces Of Meat” e “Fuck Off!”, duas das mais relevantes da bolachinha.

Em tempos que a moda é ser “retro”, é muito bom ouvir um CD de uma banda que viveu a marginalidade do Thrash Metal no início dos anos noventa, e permaneceu-se fidedigna ao segmento. O Rhestus provou mais uma vez que com perseverança, honestidade e atitude pode-se chegar muito longe. Vale a pena conferir.

Rhestus: Games Of Joy... Games Of War! (2010 - Independente - Nacional)

Resenha - WHIPLASH

WHIPLASH

Por Ben Ami Scopinho | Em 25/06/10

http://whiplash.net/materias/cds/110334-rhestus.html

Ôrra, mas que pancadaria!!! Na ativa desde 1993 e oriundo da cidade catarinense de Rio do Sul, o Rhestus certamente possui uma discografia tímida, mas com uma música forte o suficiente para se estabelecer entre o público amante do Thrash Metal do estado. O independente "Games Of Joy... Games Of War!" é seu segundo álbum de estúdio e marca a mais nova fase da banda, que passou por profundas mudanças nos últimos tempos.

Agora Fantasma (voz e guitarra) e Richard Schmidt (baixo) se deslocaram para a cidade de Indaial e contam com novos e experientes músicos-donos-de-fígados-resistentes, Tiago Sestrem (guitarra) e Marcos Diegel (bateria). E essa etílica parceria mantém irretocável a marca registrada do que se conhece como Rhestus: Thrash Metal visceral e veloz pra cacete, como era praticado lá pelos idos anos 1980.

Apesar de toda a agressividade e insanidade propostas, o entrosamento entre seus arranjos é de cair o queixo. Vocalizações rasgadas e perfeitamente compreensíveis, muitos riffs e alternância entre os solos, um contrabaixo incansável e criativo, além de um baterista que, literalmente, 'desce o braço'; e tudo com tamanha definição que somente aumenta o nível de adrenalina que "Games Of Joy... Games Of War!" propicia. A audição se torna um vício!

O poder que o Kreator exerce sobre o Rhestus é óbvio, mas os catarinenses não se importam. São talentosos em sua linha musical e injetam tanta variação nas estruturas de suas composições que se torna embaraçoso querer tecer qualquer comentário negativo acerca de suas influências. Os caras passam por cima – atropelam mesmo! – com todo o peso em um repertório muito consistente, bem representado por canções como "Rage Is My Food, Hate Is My Guide!", a faixa-título, "How To Explain?", "Silence… Around Me" e "Fuck Off".

O material foi gravado no estúdio RMV de Blumenau (SC), produzido por Deny Bonfante (Perpetual Dreams), mixado e masterizado por Alexei Leão (Stormental, Khrophus, Predator), e não mostra nenhum floreio que ofusque toda a intencional sensação retrô da qual o Rhestus tanto se orgulha. E é ao público que admira o tradicionalismo do Thrash Metal que "Games Of Joy... Games Of War!" se mostra indispensável. Chame seus amigos, abram as cervejas e confiram! 


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