Resenha Shows

Apresentação com SODOM em Curitiba

Notícia publicada segunda-feira, 16 de abril de 2012

“Destaque também para as bandas de abertura, os catarineses do Juggernaut e os já veteranos do Rhestus, além da banda curitibana Terrorscream, que retornou aos palcos após passar o ano de 2011 praticamente inativa. As três bandas fizeram um excelente esquenta, trazendo som próprio influenciado por bandas como Destruction, Slayer, Pantera e Kreator.” – Arquivo Metal Cwb (http://arquivometalcwb.blogspot.com.br/2012/04/review-sodom-comemora-30-anos-em.html)

“Como foi o primeiro a tocar, o Juggernaut acabou sendo um pouco prejudicado por causa da qualidade do som do vocal, mas o problema foi rapidamente resolvido com alguns ajustes. Já o Rhestus chamou a atenção pela qualidade técnica exibida pelo seu baterista e o Terror Scream manteve o pique do público até a pausa para a apresentação da banda principal.” – Whiplash (http://whiplash.net/materias/news_840/152048-sodom.html)

Confira também galeria de fotos por Mákila Crowley:

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Resenha de show com Overkill no Região Rock

 

“Em seguida, foi a vez da catarinense Rhestus. Conversei com Fantasma, vocalista e guitarrista da banda, antes do show. Ele confessou que estava apreensivo para subir no palco por conta da responsabilidade de abrir para o Overkill. ‘Desossaram’ essa é a expressão perfeita para o show do Rhestus, que merecidamente é a maior banda de thrash metal de Santa Catarina. Além de grandes músicos, os caras são muito gente fina, acessíveis para trocar uma idéia e tomar várias geladas.”
Para ler a resenha completa, por favor, visite:
http://regiaorock.com.br/blog/?p=6437
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Resenha do show com Overkill no Xpress On!

 

“Em seguida rolou o RHESTUS, banda de Santa Catarina, divulgando mais uma vez por aqui o seu cd “Games of Joy… Games of War!”, lançado em 2010. Detonaram desde o início, com boa presença de palco e músicas agressivas, um Thrash porradão feito com conhecimento de causa. A energia da banda impressiona, destaque para o insano baterista Marcão, que tocou com muita garra, além de quebrar baquetas na perna e bater nos pratos com a cabeça, foi hilário! Vale comentar também a boa comunicação do guitarra/vocal Alex “Fantasma” com o público, que já estava em quantidade maior e foi devidamente aquecido para o que ainda estava por vir.”
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10º River Rock Festival - 16/08/2008

Escrito por Thomas Michel Antunes

10º River Rock

"Faça chuva ou faça sol, essa parada é nossa!"

É o que estava escrito nos convites, cartazes e site do festival...acho que eles sabiam que ia chover.

Uma década de River Rock...

Um festival pequeno numa cidade menor ainda. Não é que deu certo! Seguindo o exemplo do Woodstock*, o River Rock é um festival com mais de um dia de duração (este ano foram três dias), camping, juntando o contato da natureza com o Rock, é a “Festa de todas as tribos”.

*Nosso pequeno Woodstock também teve chuva e gente pelada (chuva na mesma quantidade e pelados em bem menor número).

Rhestus

Veteranassos do festival fizeram um show como sempre fazem: muitos cabelos balançando, nenhum adorno ou frescura e som pesadíssimo. Mas dessa vez o espetacular ficou na platéia: rodinhas, bangers, moshs, gritos...o show inteiro, não parou!

No show nada espetacular, fizeram o mesmo papel de sempre: guitarras e baixo bem tocados, bateria veloz, vocal rasgado e um aviso pro River Rock: “E aí galera, uma coisa importante... Vamos beber todas!!!”


http://www.rockunderground.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=944&Itemid=28

http://riverrock.com.br

Rock Store Festival - Itajaí/SC - 28/07/2004

Uma das poucas lojas especializadas em Metal da região do Vale do Itajaí quase teve suas portas fechadas em março do presente ano. Após negociações, Neto Santo assume a direção e com menos de três meses de comércio, investe em seu primeiro evento, com as bandas Syndrome (Balneário Camboriú/SC), Rhestus (Timbó/SC) e Burning In Hell (Caxias do Sul/RS). A ameaça de chuva, o frio e o pequeno atraso, não espantaram o público aproximado de 300 pessoas, boa parte adolescentes que estão “dando os primeiros passos” no metal. A Syndrome, uma das bandas mais antigas de Santa Catarina, com um som resultante da fusão Heavy/Thrash, foi a primeira banda a se apresentar. Continuando a divulgação do cd demo Turning Point , mostrando músicas que farão parte do novo material (ainda sem data de lançamento) e relembrando músicas do 1º álbum, intitulado Time Perpetuating . O baterista Felipe, membro mais recente, mostrou-se muito mais entrosado com os demais músicos. Foi uma excelente apresentação, particularmente a melhor desde a entrada de Rodrigo Peplau nos vocais. Iniciaram com as músicas do Demo, “Beyond The Night”, “Trying To Be Free” e “Controller”, lembrando que as versões ao vivo superaram (e muito) as de estúdio. O público mostrava-se empolgado e satisfeitíssimo com a performance da banda, a qual executou uma ainda não publicada, chamada “Puzzle Earth”. “Silence Time”, balada bastante conhecida por estar tocando em rádios locais, ameniza um pouco o cansaço dos presentes. “Running Compelled” antecipa o cover de “Crazy Train” (Ozzy Osbourne) e a finalização é dada com os clássicos do 1º álbum, “Kill Or Die” e “Time Perpetuating”. Mostrando seu novo guitarrista, Charles, a Rhestus, influenciada por Kreator, Destruction, Slayer e outros clássicos do Thrash dos anos 80, presenteia o público com as músicas do debut intitulado Embryo of the Endless Sands . “Cancer" dá início ao show (quem sem dúvida foi o melhor da noite), seguida por “Big Anesthesia”, “Inside A Torn Apart” e “Sacrificed By Mistake”. Era impressionante a quantidade de rodas que abriam no meio do público e de bangers subindo no palco para dar mosh. “Tsavo: The Place Of Slaughter” continua a seção de pancadaria e a bateria parecia querer desmontar com o massacre de Jailson. A performance de palco do demais membros, incluindo o novo guitarrista, aumentava a fúria do público, descarregada no balançar das cabeças. “Insane War” e “Bullet Point” antecedem um cover do Metalica, onde foi feito um medley de “Am I Evil” e “Damage Inc.”. Infelizmente os pedidos de biss não foram atendidos, visto que o horário já estava avançado e ainda faltava uma banda a se apresentar. Com este show, a Rhestus confirma sua posição de uma das melhores bandas (particularmente a melhor) de Thrash do Brasil. Quase sete anos se passaram e finalmente a Burning In Hellamma volta ao solo Itajaiense, divulgando seu debut auto-intitulado. O tempo passou e da formação original da continuam apenas os irmãos Marcelo (bateria) e Leandro (vocais), o qual mesmo não tocando mais guitarra ao vivo, é responsável por quase todas as composições do álbum. O som continua rápido e melódico, com nítidas influências de Gamma Ray, assim como na 1ª demo (na época ainda era fita), Under My Dominate . Confesso que a ansiedade em vê-los após tanto tempo estava constantemente presente. O fogo no palco e os detalhes da bandeira chamavam bastante a atenção, mas neste horário, o público estava cansado do show anterior e não haviam mais energias para continuar a seção de moshs e muito menos para balançar cabeça. O show iniciou com “Freedom” e a divulgação do álbum continua com “Shadows Of The Wars” e “Forever I'll Be Here”, seguida de um cover do “Somewhere In Time” (Iron Maiden), com a participação de Lúcio (Christmess) nos vocais. Os dois guitarristas da banda e o baixista são excelentes músicos, surpreendendo bastante nas execuções, porém pareciam um pouco intimidados, o que já não ocorreu com Leandro e Marcelo. A apresentação continua com “Sheding Blood Tears” e “Last Of The Dragons”, surpreendendo bastante pela extrema velocidade que eles tocam. “Painkiller” (Judas Priest) antecede “The End Of The World” e “Slave Of Darkness”. Finalizando, um cover de “Nova Era” (Angra - melhor executado que a versão original) e “Brave Warriors”, com a participação de Rodrigo (ex-vocal). Parabéns a organização do evento, Neto Santos, Kid e Tino Mose.


http://www.metalvox.com.br/showsulfrank.asp


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